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Os Melhores Locais de Cultura da Barra da Tijuca

A Barra da Tijuca é repleta de arte e cultura, uma excelente opção para os seus momentos de lazer

Conheça as galerias de arte, museus e patrimônios culturais desta região.

 

Ateliê Casa Sete

atelier casa sete artesanato barra da tijucaO ateliê é cercado pela natureza. Há o que se admirar tanto por fora, quanto por dentro. A artista Clea Lima se inspirou na mata nativa para expor suas peças em cerâmica, como utilitários, esculturas, bonecas e outros artigos.

Estrada do Pacuí, 999 – Vargem Grande – Barra da Tijuca

 

 

Casa do Pontal

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O museu possui um imenso acervo de arte popular, resultado de 40 anos de pesquisas e viagens do designer francês Jacques Van de Beuque em terras brasileiras. A Casa do Pontal está instalada em um sítio com 5 mil metros quadrados e reúne obras que representam a cultura de diferentes pontos do nosso país. Além disso, o museu foi projetado com amplos jardins, levando você à proximidade com a arte e também com a natureza.

Estr. do Pontal, 3.295 – Recreio dos Bandeirantes

 

Cidade das Artes

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Uma casa para a cultura brasileira. Assim é conhecida a Cidade das Artes. Música, teatro, cinema, dança e outras tantas manifestações artísticas. Lá você pode apreciar exposições, espetáculos, bailes, além de eventos especialmente para crianças.

Av. das Américas, 5.300 – Barra da Tijuca

 

TNT Arte Galeria

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Com um grande acervo de obras de arte em exposição permanente, a galeria promove exposições individuais e coletivas de artistas modernos e contemporâneos, brasileiros e estrangeiros.

Leilões de arte e serviços especializados, como restauração de obras de arte, emolduramento técnico e fotografia são disponibilizados nesta galeria.

Fashion Mall – Estrada da Gávea, 899 – Loja 208D

 

Sítio Roberto Burle Marx

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Por mais de 20 anos, o sítio foi a residência de Roberto Burle Marx. Visitá-lo é uma ótima oportunidade de conhecer mais sobre a vida e obra do paisagista. Aproveite para contemplar a arquitetura, o ateliê de pintura, o salão de pedras e suas coleções de plantas. A botânica do sítio também merece admiração: a vegetação nativa reúne espécies de manguezal, restinga e mata atlântica.

Estrada Roberto Burle Marx, 2019 – Barra Guaratiba

 

Decoração com Pedras: 07 super ideias para diferenciar sua casa

1) Além de bonitas e duradoras, as pedras em ambientes internos regulam a temperatura e são práticas em se tratando de cuidados e manutenção. Ao lado, para contrapor a madeira, que é um material que esquenta, pedras do tipo madeira foram instaladas na parede para resfriar a sala e ajudar a compor uma decoração rústica. Projeto Andrea Chicharo Arquitetura.

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2) Fora as versões grandes, existem também pedras pequenas e que rendem composições delicadas. No exemplo ao lado, seixos rolados de rio (tipo de pedrinha arredondada) foram aplicados na parede, em grande número, e renderam um acabamento discreto e elegante. Além da branca, as variedades mais comuns incluem cinza e preta. Projeto Andrea Chicharo Arquitetura

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3) Se no passado elas faziam charmosas calçadas, hoje aparecem no design de interiores como revestimentos modernos. São as pedras portuguesas, também conhecidas como petit-pavé, em francês, que foram usadas nesta sala de jantar. Projeto Andrea Chicharo Arquitetura

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4) Entre as apostas atuais na arquitetura e na decoração de interiores está o limestone. Essa rocha calcária não retém calor, garante acabamentos sem emendas, além de ter alta durabilidade e aparência suave e atemporal. Ao lado, para equilibrar a rusticidade da sala de jantar, a pedra entrou como um painel sobre o aparador. Projeto Lica Cukier Arquitetura e Interiores

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5) Sala, quarto, cozinha e até banheiro podem ser revestidos com pedras. Aqui, o box e a área do vaso sanitário têm acabamento em mosaico de mármore travertino romano bruto. Essa variedade é extraída direto da natureza, com veios aparentes e apresenta uma beleza única, combinada com cores leves. Projeto Lica Cukier Arquitetura e Interiores

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6) O fundo desta sala de jantar recebeu uma aplicação de pedras portuguesas. Há inúmeras opções de cores e variações de mosaicos, como cubos terrosos, brancos, pretos e até de dois tons intercalados. Se a ideia é deixar o ambiente interno com aspecto acolhedor e intimista, invista ainda na iluminação. Luzes amarelas são boas pedidas. Projeto Liliana Zenaro Interiores

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7) Revestida em mármore branco liso e brilhante, com veios acinzentados, a parede ao fundo da sala rebate luz natural. É um tipo de pedra que, assim como o limestone, costuma ser empregado em projetos mais refinados, o que explica seu valor alto. Há modelos cujo metro quadrado pode ultrapassar R$ 1.000. Projeto Korman Arquitetos

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Como Criar Pets em Apartamento

Se você está pensando em adotar um pet e mora em um edifício, é importante procurar saber mais sobre algumas regras e orientações relacionadas a ter um bicho de estimação em apartamento. Isso é fundamental para preservar o imóvel, garantir uma boa qualidade de vida e segurança aos bichinhos e criá-los sem que incomodem os vizinhos. O respeito é fundamental e deve ser levado em consideração.

Neste post, você verá um guia completo sobre a criação de pets em apartamento. Acompanhe e confira as regras, os cuidados na convivência, os recursos de segurança necessários e tudo o que você precisa saber para não ter nenhum problema relacionado ao seu animalzinho de estimação no seu condomínio.

Conheça as regras do condomínio sobre animais de estimação

Como de praxe, condomínios têm regras. As orientações, proibições e recomendações são impostas para que a convivência seja pacífica e satisfatória para todos. Quando se trata de animais de estimação em apartamento, geralmente há algumas questões pontuadas no estatuto. No entanto, é importante que o morador que já tenha, ou que pretenda adotar um animal, se informe o máximo possível.

Nem sempre o estatuto tem orientações completas sobre a importância de definir bons hábitos na criação dos bichinhos. O bom senso também faz parte disso e cada dono deve agir de maneira adequada. Com essa atitude, o condomínio se torna mais amigável aos pets e também não deixa de ser um local tranquilo para todos os moradores.

Entre regras e determinações, algumas podem ser exigidas, enquanto outras não têm embasamento legal para serem feitas. A seguir, entenda melhor sobre essas limitações e indicações em cada prédio e como elas são impostas para o bem-estar e equilíbrio na convivência dos condôminos.

Limitações impostas

Alguns condomínios têm regras e limitações que buscam tornar o ambiente mais harmonioso. A reunião de condomínio é o momento em que essas questões, geralmente, são discutidas. O intuito é de que os animais não representem nenhum tipo de dor de cabeça para os condôminos. As regras existem para evitar diferentes tipos de problemas, entre eles:

  • comportamento agressivo com moradores;
  • comportamento agressivo com outros animais;
  • incômodos diante de pessoas que têm medo;
  • necessidades fisiológicas feitas nas áreas do condomínio;
  • segurança dos condôminos diante da possibilidade de mordidas e ataques;
  • transmissão de doenças, pulgas e carrapatos;
  • excesso de latidos que podem incomodar.

Cada um desses problemas são realmente possíveis de acontecer e, principalmente, geram desconforto e atritos entre os condôminos. É fundamental que as limitações e regras impostas sejam direcionadas para evitar cada uma dessas possíveis ocorrências. O foco deve ser sempre o bem-estar dos moradores de uma forma geral, impedindo que hábitos de cães e gatos interfiram na política da boa vizinhança.

Cada condomínio determina suas regras de forma própria e específica. O que um atual ou futuro dono de pet deve ficar atento é com relação à real intenção das limitações. Simplesmente impor restrições para desestimular a criação de bichos de estimação em apartamento não é a melhor maneira de conduzir a situação. Diante disso, é plausível questionar decisões.

Entre as regras determinadas, é fundamental que elas tenham direcionamentos para prevenir ao máximo todos os problemas listados. Além de proteger os condôminos, essas regras também são um importante suporte para que os donos criem os bichinhos da melhor forma e em harmonia com o restante do condomínio.

Proibição não é permitida

Por mais que seja comum ver casos desse tipo, proibir bicho de estimação em apartamento não é permitido! Donos precisam saber disso e, principalmente, ter embasamento legal para reivindicar seus direitos se, em algum momento, eles tentarem ser ultrapassados por regras proibitivas.

O Artigo 19 da Lei nº 4.591/64 reforça que o condômino tem todo direito de usufruir de seu apartamento da forma como quiser. A única pontuação nessa lei é que há a necessidade de respeitar as políticas e normas da vizinhança. Diante disso, ter um gato ou um cachorro de estimação não pode ser proibido em momento algum. No entanto, é fundamental seguir orientações básicas.

Donos de pets não podem aceitar qualquer regra proibitiva de ter o animal e criá-lo em casa, porém, regras de circulação e hábitos são muito comuns e não ferem o direito do condômino. Elas visam o bem-estar geral. Por isso, determinações como o uso do elevador de serviço, a obrigatoriedade da coleira em áreas comuns, entre outras, são fundamentais e devem ser respeitadas por todos.

Cuidados necessários

Aos donos dos bichos, cabe praticar o bom senso e adotar cuidados básicos diariamente. O primeiro passo é entender as regras do condomínio e o objetivo de cada uma delas. Assim, a adaptação será a mais tranquila possível. Do contrário, ficará mais difícil saber como adequar seus hábitos e os dos animais para seguir as determinações da melhor forma.

Entre as principais preocupações para manter a boa convivência e o respeito ao condomínio, vale destacar atitudes como:

  • colocar focinheira, em caso de animais mais agressivos;
  • evitar sair sem coleira pelas dependências do prédio;
  • ter cuidado com as necessidades fisiológicas e recolhê-las caso sejam feitas;
  • ter cuidado com crianças, já que muitas têm medo;
  • entender o motivo do latido dos animais e buscar ajuda especializada;
  • evitar deixar o animal sozinho por muito tempo, tendo em vista que ele pode sentir medo e começar a latir incessantemente;
  • ter cuidado com possibilidades de conflitos com outros animais do condomínio, especialmente os de menor porte;
  • levá-lo para passear nas dependências respeitando as regras, como os locais adequados, o uso da coleira e, se necessário, a focinheira;
  • vacinar o animal regularmente.

Saiba como cuidar de um bicho de estimação em apartamento

Pontuada a questão da boa convivência, há uma outra questão muito importante: ter um apartamento organizado com os pets! Agitados ou não, os bichinhos têm suas próprias necessidades, seus hábitos e costumes que variam de uma raça para outra. O grande desafio de criá-los em residências menores é justamente respeitar o espaço deles, oferecer conforto e manter o apartamento organizado.

Para isso, o passo mais importante é educá-los. É fundamental definir o local onde podem fazer xixi e cocô quando estão em casa, criar hábitos que fortaleçam a educação e, se necessário, adestrá-los para que o comportamento seja mais ameno e compatível com um apartamento. Para exigir um animal mais adaptado à casa, é importante também proporcionar os devidos recursos a ele.

Além disso, o fato de ter um bicho de estimação em apartamento também demanda algumas adaptações. A sua rotina vai precisar de ajustes para atender aos bichinhos, assim como a casa deve ser adaptada para que eles sejam bem recebidos e estejam confortáveis. De modo geral, esses hábitos e recursos disponibilizados são também uma forma de conservar a estrutura da residência.

A seguir, saiba o que o animal precisa e o que deve ser disponibilizado a ele para ter um apartamento mais organizado e capaz de proporcionar uma criação com carinho e segurança ao animal.

Local para as necessidades fisiológicas

Cães e gatos precisam ter um local específico na casa onde eles saibam, após serem devidamente ensinados, que podem fazer suas necessidades fisiológicas. É quase como educar uma criança, mas ainda mais importante. Sem essa orientação, os animais podem fazer isso em qualquer local, o que seria muito desagradável, especialmente se os donos não estiverem em casa no momento.

Para evitar esse problema, basta separar um espacinho e oferecer uma estrutura adequada. Os sanitários caninos estão cada vez mais modernos e atrativos aos cãezinhos, podendo ser posicionados em qualquer local da casa, como a área de serviço, varanda ou banheiro. Aos gatos, a boa e velha caixa de areia pode ser uma boa alternativa, ou as mais modernas bandejas sanitárias.

Local para dormir

Os bichos também precisam repousar, assim como os humanos e, para isso, devem ter um local confortável e que os acomodem bem. Há diversas camas para pets, de diferentes tamanhos. Você pode colocá-las onde quiser dentro do apartamento, e o animal vai entender que ali é o espaço em que ele deve dormir diariamente. Esse recurso define e limita a área que o bicho deve ficar quando quiser repousar.

Não determinar esse espaço pode gerar um grande incômodo para os donos. Há pessoas que colocam os bichos para dormir até mesmo na cama, o que não é muito recomendável. Além disso, pode ser um hábito pouco higiênico, por exemplo, se o animal vai frequentemente à rua. Com a determinação do seu próprio local, o apartamento fica bem dividido e a convivência com os pets é harmoniosa.

Opções de lazer e passeios

Um dos grandes problemas de ter bicho de estimação em apartamento é a falta de espaço para que eles corram e brinquem. Isso é necessário para que gastem energia e, naturalmente, também se divirtam. Em um espaço pequeno, essa movimentação fica limitada e coloca em risco os móveis e outros itens da casa. É fundamental levá-los a praças, parques e outros lugares mais amplos.

Alguns condomínios também têm áreas próprias para pets, em que os cachorros e gatos podem ser deixados livres enquanto brincam entre si. Contudo, se não houver essa possibilidade onde você mora, será necessário estabelecer rotinas para que os animais possam correr e brincar. Reserve pelo menos 3 dias da semana para fazer isso, nem que seja durante 1 hora. Isso manterá o bicho menos estressado e influenciará positivamente no seu comportamento.

Atenção à segurança do animal no apartamento

Ter um bicho de estimação em apartamento requer, acima de tudo, precauções sobre a segurança do animal. Muitas vezes, essa questão não é tão considerada quanto outros pontos, mas os pets merecem todos os cuidados necessários. Por mais que o apartamento tenha pouco espaço, ainda assim há riscos que devem ser identificados e minimizados.

Nem sempre os problemas acontecem só dentro de casa. Um ataque a um condômino, por exemplo, pode gerar um risco à pessoa e também ao animal. Cabe ao dono oferecer recursos de segurança que protejam o seu pet tanto no dia a dia quanto em momentos específicos, como quando ele sai de casa e transita pelo condomínio. A seguir, saiba qual é esse aparato, equipamentos e recursos de cuidados e de preservação do animal e de quem o cerca.

Vacinação

A vacinação é um importante mecanismo de defesa aos pets, assim como é para os humanos. A maioria dos cães e gatos precisa ser vacinada logo nos primeiros meses de vida para se manterem livres de doenças. Além de representar uma segurança à saúde do animal, também se estende aos moradores do condomínio, que ficam livres dos riscos de contaminação.

Essa pode ser uma das exigências aos moradores donos de bichos de estimação, passível de multa caso os animais não estejam devidamente vacinados. Negligenciar essa necessidade é colocar em risco a saúde de todas as pessoas que moram no condomínio, além dos outros animais que ali residem e transitam.

Focinheira quando necessário

Alguns animais são menos sociáveis e têm comportamento mais agressivo. Ainda que sejam domesticados, eles podem estranhar pessoas diferentes e atacar como uma forma de defesa. Para evitar isso, a focinheira é um item fundamental e que os donos precisam adquirir. O uso, em alguns casos, é exigido no trânsito pelo condomínio, em que um episódio de ataque pode acontecer.

Cabe aos donos entenderem um pouco melhor o comportamento de seus cachorros e saber se é necessário o uso da focinheira. Em casos de perda de controle do animal, a ausência do acessório pode ser perigosa até mesmo para a própria pessoa que o conduz. Episódios assim podem resultar em ferimentos e até mesmo na morte de outros animais atacados.

Telas de proteção

A altura também pode ser um risco à integridade dos bichinhos, assim como é para crianças pequenas. Nesses casos, as telas de proteção são o melhor recurso para evitar acidentes fatais. Elas podem ser instaladas nas janelas e, principalmente, na varanda, local em que os pets costumam passar boa parte do tempo.

Além disso, restringir um pouco alguns comportamentos dos animais é uma boa ideia. Evitar que eles subam em locais mais altos e fiquem perto das janelas é o ideal. O mesmo pode ser feito quanto às varandas, evitando que eles corram e pulem nesses espaços que representam mais riscos a eles.

Escolha acabamentos adequados para um animal de estimação

A residência também deve estar devidamente adaptado à vida de uma família que tem bicho de estimação em apartamento. Os animais precisam de um local confortável e com poucos riscos à sua saúde, o que, muitas vezes, está diretamente ligado ao acabamento do apartamento. Há também necessidades básicas de conservação. É preciso fazer escolhas acertadas, que não sejam prejudicadas pelo simples fato de viverem pets na sua casa.

Pisos, móveis e até mesmo a tinta da parede precisam ser escolhidos de forma que não atrapalhem os bichos e nem causem nenhuma dor de cabeça para os donos da casa. Lembre-se sempre de que ter um bicho de estimação em apartamento é um compromisso sério e de que você deve levar em consideração o bem-estar do cão e do gato. A seguir, saiba quais são os melhores acabamentos para donos de pets.

Pisos

Pisos bonitos, brilhantes e grandes estão sempre no radar de quem está reformando ou montando uma nova residência. No entanto, eles podem ser muito prejudiciais à saúde do seu animal. Você já viu aqueles vídeos na internet de cães e gatos que escorregam enquanto tentam correr? Saiba que isso realmente não tem graça, justamente porque esse esforço excessivo causa um grande desgaste nos animais.

Toda a força que eles fazem para se locomover gera uma sobrecarga na articulação do animal. Com o tempo, o bicho pode desenvolver problemas mais sérios e que comprometam sua locomoção. Qualquer piso escorregadio pode gerar essa dificuldade para os bichos. Sendo assim, o ideal é optar por antiderrapantes ou pisos mais rústicos, que sejam de fácil aderência às patinhas.

Paredes

É quase impossível criar um bicho em apartamento e evitar que ele coloque as patinhas sujas na parede. As pegadas, mais cedo ou mais tarde, vão aparecer pela casa. Já que não dá para evitar isso, o ideal é ter mais facilidade na hora de limpar. Para conseguir isso, é importante usar tintas que tenham menor capacidade de absorção de sujeiras. Assim, ao ver as marcas, os donos podem remover sem maiores esforços.

Para isso, as tintas mais adequadas para uso são as de acabamento acetinado ou semi-brilhantes. Elas são menos ásperas, ou seja, têm menor aderência a manchas e resíduos gerais. Um pano com água, na maioria das vezes, é o suficiente para remover as marcas. É possível, ainda, encontrar tintas classificadas como “laváveis”, que também são bastante úteis e atendem bem a quem tem animais em casa.

Móveis

Os móveis também merecem atenção especial nessa busca de uma casa mais adequada aos animais. Eles não devem apresentar riscos aos bichos e, de preferência, não terem muitos detalhes, o que os torna menos passíveis à possibilidade de danos. Móveis com vidros, por exemplo, representam um risco iminente. Os animais podem se chocar contra eles, causando acidentes perigosos.

Algumas estantes muito altas, por exemplo, também podem ser convidativas para que gatos subam nelas. Nesse momento, itens decorativos podem ser derrubados, causando prejuízos aos donos. É fundamental ter uma estrutura que represente menos riscos e menos chances de causar problemas.

Organize o apartamento para receber o bicho de estimação

Criar um bicho de estimação em apartamento não é uma das tarefas mais simples. No entanto, quando há os devidos recursos e a adaptação necessária, essa missão fica mais fácil, proporcionando mais conforto à família e ao animal. O bem-estar dos pets é fundamental na busca por ter uma residência mais adequada para eles. Cabe aos donos tomar as devidas providências para tornar o local mais receptivo.

Desde a diversão até a alimentação dos animais, tudo deve ser determinado antecipadamente. Isso cria uma rotina, importante para que os bichinhos tenham qualidade de vida. A seguir, entenda melhor quais são os principais pontos de mudança para que uma residência fique pronta para receber animais de estimação.

Separe um armário para brinquedos e itens dos animais

Assim como crianças, um bicho de estimação em apartamento também pode ser bastante bagunceiro! É claro que os animais não têm esse discernimento, então cabe aos donos tentar deixar os itens e brinquedos mais organizados em um local específico. Deixar tudo espalhado pelo chão pode gerar desconforto e até mesmo acidentes.

Para evitar um caos relacionado aos itens dos animais, separe um pequeno armário onde tudo possa ser guardado em segurança. Esse local pode ficar na área, na varanda, na cozinha ou em qualquer outro cômodo da casa, desde que ajude a manter tudo em ordem. Pode ser também um baú ou algum compartimento separado para este fim.

Reserve um espaço para que ele fique ao longo do dia

O animal precisa saber que ele tem um local de convivência na casa. Isso evita que ele passe muito tempo correndo de um cômodo para o outro, o que pode gerar mais sujeira e até mesmo alguns danos a móveis e outros itens. Ao definir esse espaço para o animal de estimação, preencha-o com objetos que sejam do bichinho. Brinquedos e a própria caminha dele são o suficiente para transmitir essa ideia.

Você também pode colocar os potes de comida e de água, o que vai ajudá-lo ainda mais a identificar seu espaço e ficar sempre por lá. Esse costume mantém o restante da casa mais organizada e mostra ao cão ou ao gato que, apesar de poder usufruir de todo o apartamento, determinado espaço está ali reservado para ele.

Ter um bicho de estimação em apartamento não precisa ser um problema para os donos. Ao saber seus direitos e deveres, a convivência com os condôminos se torna mais pacífica e confortável para todos os envolvidos. A adaptação do apartamento também é fundamental para preservar o bem-estar, a saúde e a segurança do animal.

 

Fonte: MRV Engenharia

Imagem: Freepik

Dicas de Mudança

Dicas de Mudança pelo Procon.

Mudar de casa pode se transformar em um enorme transtorno se o consumidor não contratar a empresa certa para executar o serviço ou por não observar alguns detalhes importantes, como, por exemplo, consultar o síndico do prédio ou condomínio para onde está indo morar sobre dias e horários em que a mudança pode ser realizada.

De acordo com o Procon, o cliente deve exigir da empresa encarregada de transportar seus móveis e pertences um contrato por escrito discriminando, com CNPJ da empresa (se for pessoa física, RG e CPF); local, data e horário de retirada e de entrega; valor do serviço e condições de pagamento, além de tudo o que for acertado verbalmente.

 

Antes da contratação

Antes de qualquer coisa, faça uma cuidadosa pesquisa de preços. Nesta hora, prefira contratar transportadoras indicadas por conhecidos, mas verifique quanto está cobrando para a realização do serviço. O Procon aconselha que o consumidor exija um orçamento prévio, discriminando os serviços a serem executados e os respectivos valores cobrados. Vale consultar o cadastro de reclamações dos órgãos de defesa do consumidor e também se a empresa escolhida possui queixas nas redes sociais.

 

Móveis

O consumidor deve verificar se há necessidade de desmontar os móveis, qual a forma de transporte e o tipo de embalagem que será utilizada para protegê-los. Também deve confirmar se a montagem dos móveis no novo endereço está inclusa no orçamento e em que prazo a empresa fará o serviço. Se for morar em pérdio, é aconselhável medir com antecedência os móveis, as escadas e os elevadores.

 

Contrato

O cliente deve exigir um contrato por escrito discriminando: nome; endereço; CNPJ da empresa (se for pessoa física, RG e CPF); local data e horário de retirada e de entrega; valor do serviço; condições de pagamento e tudo o que for acertado verbalmente. É aconselhável ler com atenção este documento e de riscar os espaços em branco. É importante que todos os objetos que serão transportados sejam relacionados um a um. Guarde uma cópia devidamente assinada por ambas as partes (“rol de inventário”).

Pagamento

O Procon orienta o consumidor a verificar e negociar as condições da realização do serviço em casos de algumas dificuldades como: içar algum móvel, fixar armários nas paredes etc. . Deve procurar vincular o pagamento ao término do serviço. Se não for possível, veja a possibilidade de disponibilizar apenas um sinal na contratação, quitando o restante após a mudança.

Hora da mudança

Antes de marcar a mudança, o consumidor deve certificar-se de que o dia marcado para a mudança não coincide com a realização de feiras livres. Na chegada da mudança no novo endereço, não esqueça de fazer a conferência e relacionar por escrito eventuais danos ou extravios de objetos. É importante exigir a assinatura do funcionário da empresa neste documento e ficar com uma via. Na impossibilidade de estar no local no dia da mudança, deve pedir que uma pessoa de sua confiança adote o mesmo procedimento.

 

Objetos de valor

Para maior segurança, é aconselhável transportar consigo os objetos pessoais tais como joias, dinheiro, cheques e documentos. Se possível, deve levar também aparelhos eletrônicos de pequeno porte, como laptops, computadores, iPads etc.

 

Documentação

E atenção: deve-se guardar cópia de toda a documentação. E não esquecer de exigir recibos de todos os pagamentos efetuados e solicitar, por escrito, a previsão de entrega da mudança nos casos de transportes intermunicipais e interestaduais.

 

 

Fonte: O Globo.

Imagem: Freepik

06 Dicas de Decoração para Banheiro

Ambientes de grande uso, os banheiros de um lar merecem tanta atenção quanto os demais. Independentemente do tamanho, é importante que seja usual, prático e que facilite sua rotina diária — e, claro, bonito. Veja essas dicas para que o seu seja assim:

Modern house bathroom interior

01) Pense primeiro no mais importante

Primeiro ponto importante: lembre-se de que se trata de uma área molhada, demandando cuidados básicos mais específicos. Se você está construindo do zero, atente-se ao tipo de encanamento e infraestrutura que serão instalados, pois um desleixo nessa fase pode gerar dores de cabeça no futuro. Caso esteja reformando, antes de mudar a estética, busque ajuda de um profissional para verificar a qualidade e estado de conservação dos canos, tubulações e impermeabilizações feitas anteriormente, pois será mais fácil de resolver qualquer pendência, sem retrabalho. Deixe a infra “nos trinques” para poder pensar na decoração.

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02) Ouse nos lavabos

De uso rápido, esse ambiente permite ousar um pouco mais na decoração. Como não é local de longa permanência, cores vibrantes e papeis de parede estampados são bem-vindos e não cansam. Quase tudo é permitido no lavabo. Uma dica bacana é usar espelhos grandes, para dar aquela sensação de amplitude ao ambiente que normalmente é pequeno.

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03) Ambiente “clean” ajuda

Banheiros de uso diário tendem a ser mais “clean”, com cores puxando para o branco, fendi, tons de madeira mais clara, que auxiliam inclusive na otimização da iluminação, tão importante para os cuidados com a pele ou para ajudar na maquiagem.

Shower box

04) Bancada e armários são práticos

Uma boa bancada serve de apoio para os produtos de higiene e deve ser sempre feita com material resistente a água, como pedra ou cerâmica. Aproveite a parte de baixo da bancada para fazer gabinetes e, se a metragem não é tão abundante, armários superiores com portas espelhadas ampliam o espaço de armazenagem.

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05) Não é preciso revestir tudo

Embora o piso dentro da área do box precise ser específico para receber água, no restante do banheiro não é obrigatório o uso de revestimento cerâmico. Madeira, por exemplo, é uma ótima alternativa, contanto que haja boa drenagem das áreas molhadas. O mesmo serve em relação às paredes: as do interior do local do banho devem receber revestimento de pastilhas ou cerâmico. Nas outras, brinque com tinta ou até uma meia parede com revestimento.

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06) Muita atenção ao escolher as tintas

Não se esqueça: na hora de escolher a tinta, atente-se para que seja adequada a áreas molhadas e resistente, como a do tipo acrílico premium com propriedades antimofo.

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Com essas dicas eu tenho certeza que seu banho ficará ainda mais gostoso!

 

07 dicas para decorar a casa sem erro

Casa nova, o primeiro pensamento é? Como vou decorar? Com tantas opções e vários estilos é preciso discernimento para não errar na composição, que vai desde um móvel desconfortável até mesmo um tom errado na parede.

Veja como evitar sete erros:

– Não compre todos os móveis em uma mesma loja. É importante colocar peças diferentes e avaliar o custo. Além disso, sempre meça os itens para colocar nos cômodos.

– Não se precipite em querer decorar os ambientes de uma vez só. Compre os objetos principais e deixe os demais de acordo com o planejamento

– Mesmo que os ambientes sejam decorados um de cada vez, pense na casa como um todo. No final do projeto, os cômodos devem ficar harmonizados.

– Não se baseei em outras casas. Cada um tem seu estilo. Não adianta copiar o imóvel da irmã, da amiga ou dos pais. Cada propriedade tem sua função.

– Não coloque os móveis todos encostados na parede para ganhar espaço. Muitas vezes dispor a peça em outra posição deixa o local menos óbvio.

– Não pense em trazer todos os móveis da casa antiga. Deve decorar conforme espaço atual.

– Faça testes antes de colorir as paredes, o tom de preferência pode não se adequar a mobília

Fonte: Idealista

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Barra da Tijuca: um dos melhores lugares do Rio

Viver bem, é viver na Barra

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Dona de uma beleza sem igual, a Barra da Tijuca é um dos bairros mais procurados para morar no Rio de Janeiro. Nos últimos anos, o bairro vem se tornando referência em empreendimentos imobiliários de alto padrão, com novos prédios sendo construídos diariamente.

Isso sem falar dos bairros planejados (Ex: Península, Pontal Oceânico), onde se tem uma estrutura completa com bancos, lojas, escolas, supermercado, restaurantes e shoppings, levando uma boa infraestrutura para seus moradores. Tudo isso perto das mais belas praias do Rio de Janeiro.

A praia da Barra da Tijuca é a maior praia do estado do Rio de Janeiro, com 14,4 Km de comprimento. Suas águas esverdeadas e límpidas estendem-se ao longo da Avenida Lúcio Costa até o Recreio dos Bandeirantes. Logo no início fica a barraca do Pepê, o quiosque mais famoso de sucos e sanduíches da cidade e point dos jovens que moram no bairro.

Praia ideal para a prática do surfe, windsurfe, bodyboarding e pesca de beira. Ainda possui muitos bares, restaurantes e quiosques, iluminação noturna e ciclovia. A partir da Avenida Ayrton Senna, a praia não possui calçadão por ser uma região de preservação ambiental. Nas imediações, situa-se a Reserva Biológica de Marapendi.

 

TRANSPORTE NA BARRA DA TIJUCA

 

No Mapa

Barra da Tijuca está ao lado de Joá e Recreio dos Bandeirantes

mapa

A Barra da Tijuca fica na Zona Oeste do Rio de Janeiro e é vizinha dos bairros São Conrado, Recreio dos Bandeirantes, Joá e Jacarepaguá. O bairro tem diversas linhas de ônibus, a Linha 4 do metrô e o BRT, que passa por 62 estações e quatro terminais (Alvorada, Santa Cruz, Campo Grande e Jardim Oceânico) ligando a Barra da Tijuca aos vários bairros do Rio de Janeiro.

Para quem se locomove de carro, ainda há as Avenidas das Américas, Sernambetiba, Lúcio Costa e Ayrton Senna, que são algumas das principais vias do bairro, com grande fluxo de carros durante a semana e fins de semana.

Aeroporto Internacional do Galeão: 35 minutos de táxi sem trânsito
Aeroporto Santos Dumont: 37 minutos de táxi sem trânsito
Estação de Trem do Corcovado: 26 minutos de táxi ou 1 hora e 50 minutos de ônibus
Bondinho do Pão de Açúcar: 31 minutos de táxi ou 1 hora e 45 minutos de ônibus
Lapa: 37 minutos de táxi ou 2 horas de ônibus

 

DIVERSÃO NA BARRA DA TIJUCA

corridacaminhada

Para diversão, o morador da Barra da Tijuca têm diversas atividades ao ar livre, que são simplesmente revigorantes. O Bosque da Barra é uma das áreas verdes mais visitadas da cidade.

O lugar é lindíssimo, com pistas para corridas, caminhadas e espaço para piquenique e ainda tem o passeio pela lagoa de Marapendi, com parada  nos restaurantes do canal.

Na orla da Barra da Tijuca é muito comum encontrar pessoas praticando esportes, como futebol de areia, futevolei, vôlei e frescobol, caminhadas no calçadão ou andando de bicicleta ao longo da ciclovia.

Nos shoppings da Barra, o morador ainda encontra teatros, como Teatro Antonio Fagundes, Teatro Nathalia Timberg, Teatro dos Grandes Atores e o Centro Cultural Suassuna, além de  diversos cinemas.

 

 

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Contato

Para saber mais sobre este Residencial ou de outro que tenha gostado, entre em contato e terei o maior prazer em lhe prestar todas as informações.

 

 

Fontes:

  • Storia Imoveis
  • Airbnb
  • Riotur
  • Wikipedia

 

 

 

Financiamento Imobiliário

Pensando em adquirir um imóvel através de financiamento?

Afinal, quais as taxas de mercado atualmente?

Veja abaixo um levantamento dos juros cobrados nas principais linhas de financiamento imobiliário nos grandes bancos:

Banco do Brasil:

  • Minha Casa Minha Vida: taxas a partir de 5,166% ao ano mais TR, para imóveis novos de até R$ 240 mil e prazo de 30 anos.
  • Aquisição PF FGTS: taxa a partir de 5,166% ao ano mais TR, para imóveis usados de até R$ 240 mil e prazo de 30 anos.
  • Pró-Cotista: taxas de 9% ao ano mais TR, para imóveis novos ou usados de até R$ 1,5 milhão e prazo de 30 anos.
  • Sistema Financeiro Habitacional (SFH): taxas a partir de 8,49% ao ano mais TR, para imóveis novos ou usados de até R$ 1,5 milhão e prazo de 35 anos.
  • Carteira Hipotecária (CH): taxas a partir de 8,85% ao ano mais TR, para imóveis novos ou usados de até R$ 10 milhões e prazo de 35 anos.

Bradesco:

  • Sistema Financeiro Habitacional (SFH): taxa de 8,95% ao ano mais TR, para imóveis novos ou usados de até R$ 1,5 milhão e prazo de 30 anos.
  • Carteira Hipotecária (CH): taxa de 9,45% ao ano mais TR, para imóveis novos ou usados de R$ 1,5 milhão a R$ 5 milhões e prazo de 30 anos.

Caixa Econômica Federal:

  • Minha Casa Minha Vida – faixa 1,5: taxas de 4,59% a 5,11% ao ano mais TR para imóveis novos dentro das regras do programa, com prazo de 30 anos, para famílias com renda mensal de até R$ 2.600.
  • Minha Casa Minha Vida – faixas 2 e 3: taxas de 5,11% a 8,47% ao ano mais TR para imóveis novos, aquisição de terreno e construção ou construção em terreno próprio, com prazo de 30 anos, para famílias com renda mensal de até R$ 7.000.
  • Carta de Crédito FGTS: taxas de 5,11% a 9,55% ao ano mais TR para imóveis novos ou usados, aquisição de terreno e construção ou construção em terreno próprio, com prazo de 30 anos, para famílias com renda mensal de até R$ 9.000.
  • Pró-Cotista: taxas de 8,76% a 9,01% ao ano mais TR para imóveis novos ou usados, aquisição de terreno e construção ou construção em terreno próprio, com prazo de 30 anos.
  • Sistema Financeiro Habitacional (SFH): taxas de 8,75% a 10,25% ao ano mais TR para imóveis novos ou usados, aquisição de terreno e construção ou construção em terreno próprio, de valor até R$ 1,5 milhão, e com prazo de 35 anos.
  • Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI): taxas de 9,5% a 11% ao ano mais TR para imóveis novos ou usados, aquisição de terreno e construção ou construção em terreno próprio, de valor acima de R$ 1,5 milhão, e com prazo de 35 anos.

Itaú Unibanco:

  • Taxas a partir de 8,3% ao ano mais TR, variando de acordo com o perfil do cliente e do imóvel, com prazo de até 30 anos. O banco não detalhou as informações de acordo com a linha de crédito.

Santander:

  • Pró-Cotista: taxas a partir de 8,49% ao ano mais TR. A linha de crédito é restrita a imóveis em construção financiados pelo banco. O banco informou que pretende ampliá-la em 2019.
  • Sistema Financeiro Habitacional (SFH): taxas de 8,99% ao ano mais TR para imóveis novos ou usados de até R$ 1,5 milhão e prazo de 35 anos.
  • Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI): taxas de 9,49% ao ano mais TR para imóveis novos ou usados acima de R$ 1,5 milhão e prazo de 35 anos.

 

Taxas podem variar Os dados foram fornecidos pelas assessorias de imprensa dos bancos, a pedido da reportagem, em 8 de janeiro de 2019. As taxas estão sujeitas a mudanças e variações (os bancos oferecem taxas diferentes de acordo com o plano contratado pelo cliente e a relação entre eles). Os requisitos para cada linha de financiamento e as condições de crédito devem ser verificados pelo cliente diretamente com o banco.

Fonte: Uol

Imagem: Freepik

 

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07 Dicas Para a Compra da Casa Própria

Comprar a casa própria é o sonho de consumo de muitos brasileiros. Mas, para realizá-lo, é necessário aprender a poupar e fazer um bom planejamento antes de entrar num financiamento que pode durar 30 anos e comprometer até 30% da renda durante esse período. Afinal, para dar entrada na maioria dos financiamentos é preciso ter 20% do valor do imóvel em mãos. Isso significa R$ 50 mil para um financiamento de R$ 250 mil, R$ 100 mil num financiamento de R$ 500 mil e R$ 150 mil para um financiamento de R$ 750 mil, o teto do valor aceito para o Sistema Financeiro da Habitação (SFH)

Simulação 1:

1ª prestação: R$ 4.228,51

Valor do imóvel: R$ 500 mil

Entrada: R$ 100 mil

Custo efetivo total (ano): 10,17%

Renda necessária: R$ 14.095,02

Prazo (meses): 360..

Simulação 2

1ª prestação: R$ 6.345,09

Valor do imóvel: R$ 750 mil

Entrada: R$ 150 mil

Custo efetivo total (ano): 10,16%

Renda necessária: R$ 21.150,30

Prazo (meses): 360.

Quem tem acesso ao Sistema Financeiro da Habitação (SFH), consegue taxas de juros de cerca de 8% ao ano. Se descontar a inflação, na prática, o comprador vai pagar 2% de juros ao ano para comprar a casa própria. E, se puder usar o FGTS, melhor ainda..

Mesmo quem não tem acesso ao SFH e recorre à carteira hipotecária consegue um negócio vantajoso. Os juros dessa carteira costumam girar por volta de 9% a 10% ao ano. Deduzindo a inflação, os juros ficariam em cerca de 3% a 4% ao ano, na prática.

Marcelo Prata, presidente do Canal do Crédito, afirma que, mesmo sendo uma taxa de juros reduzida em relação a outras linhas de crédito, esse é um financiamento que irá durar um período muito longo e consumir parte importante da renda.

Por isso o ideal é juntar o máximo de dinheiro para dar entrada e assim diminuir o prazo do financiamento e, consequentemente, os juros. Veja, a seguir, 10 dicas de especialistas para se planejar financeiramente para a compra da casa própria:

1) Poupe até obter 20% do valor do imóvel. O primeiro passo é juntar dinheiro para dar a entrada no financiamento, já que a maioria das linhas de crédito permite financiar até 80% do valor do imóvel. O dinheiro deve ser guardado numa aplicação de pouco risco, como poupança ou fundos de renda fixa.

2) Poupe 30% da sua renda. Dessa maneira, o futuro comprador já se acostuma a viver sem essa parcela de seu orçamento, que estará comprometida por até 30 anos, dependendo do prazo do financiamento.

3) Quanto mais poupar, menos vai pagar de juros. Com uma boa entrada, o valor financiado será menor, reduzindo o pagamento de juros.

4) Considere que a casa traz despesas adicionais. O financiamento do imóvel pode comprometer até 30% da renda. Porém, com uma casa chegam também as contas de água, luz, telefone, IPTU, seguro, condomínio, os gastos com alimentação. São muitas despesas para as quais o futuro proprietário precisa estar preparado financeiramente.

5) Poupe dinheiro para as despesas de escritura e documentação. Além dos papéis do banco, o comprador também terá de pagar o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), cuja alíquota varia segundo o município; custos do cartório e do próprio financiamento, como avaliação do imóvel; análise jurídica da documentação, entre outros. Esses gastos costumam representar 4% do valor do imóvel, segundo Marcelo Prata.

6) Avalie o custo de vida da região que vai morar. A vizinhança influencia diretamente em seu orçamento. Viver na periferia ou numa região sofisticada resulta numa grande diferença de gastos com alimentação, vestuário e transporte. Considere esse custo.

7) Financiar costuma ser mais caro que alugar. Quem aluga deve se preparar para pagar mais pela casa própria. Marcos Silvestre diz que a prestação típica de um financiamento de um imóvel costuma ser de 1% do valor da propriedade enquanto o aluguel custa, em média, 0,5% do valor do imóvel. “Ou seja, quem paga aluguel não vai trocar seis por meia dúzia no financiamento, mas seis por uma dúzia”, diz.

Fonte: Uol

Imagem: Freepik

 

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Imóveis de Alto Padrão

Como Reconhecer um Imóvel de Alto Padrão

Dependendo da localização imóveis de médio padrão chegam a custar milhões de reais; uma série de regalias, porém, diferenciam imóveis de alto padrão?

Com a valorização imobiliária, muitos imóveis pequenos ou de médio padrão já valem alguns milhões de reais. Mas se o preço não é mais o que define um imóvel de alto padrão, como reconhecer uma casa ou um apartamento que é realmente de alto luxo?

Ao contrário do que pode parecer, a metragem, por exemplo, não é um parâmetro fundamental. “Existem muitos apartamentos de alto padrão que estão construídos em lotes menores, principalmente em bairros valorizados”, diz Gabriela Villas Fernandes, diretora administrativa da Imóvel A, uma imobiliária especializada no segmento de luxo. Gabriela aponta algumas regalias e diferenciais que definem um imóvel de alto padrão.

Localização – Imóvel só é de luxo se estiver cercado por outros como ele. Um dos primeiros pontos que diferencia um apartamento ou casa de altíssimo padrão é o bairro em que ele está, que deve ser reconhecidamente nobre.

Arquitetura de grife – Hoje, alguns arquitetos se destacam no mercado imobiliário de alto padrão e ter um deles assinando a obra pode acrescentar alguns bons números ao preço de um imóvel. Gabriela cita nomes como Marcos Tomanik, Israel Rewin e Bí Crisóstomo. A mansão da foto foi projetada por Marcos Tomanik e tem 2.000 metros quadrados de área construída. Vale cerca de 27 milhões de reais

Acabamento – O material utilizado para pisos e paredes, por exemplo, também é levado em consideração na hora de tornar um imóvel especial. Os materiais preferidos dos clientes classe A são o mármore importado e madeiras nobres. A foto mostra casa projetada por Bí Crisóstomo, uma das quatro suítes com closets tem dois banheiros. O valor estimado é de 3,7 milhões de reais

Área de lazer – No caso dos prédios, piscinas adulto e infantil não são mais o suficiente. Hoje existem regalias como spas, piscina com raia aquecida, academia e cinema.

Serviços – Não basta ter a estrutura de spa. Hoje alguns edifícios já oferecem o serviço propriamente dito, com massagens especiais, por exemplo. Outro serviço que já está presente nos edifícios de altíssimo padrão é o de concierge, um funcionário que trabalha como um assistente para facilitar a rotina dos moradores. O apartamento projetado por Pablo Slemenson tem 501m² de área privativa e vale 6,5 milhões de reais

Automação – Segundo Gabriela, hoje já existem até aplicativos para smartphones que, conectados ao sistema da casa, permitem que o morador ligue a banheira e coloque a água para aquecer antes de pisar em seu lar doce lar. Outras modernidades como o controle de luzes e segurança pelo telefone também já é possível. O prédio da foto tem unidade com 1.409 m² de área privativa que vale 20 milhões.

Lilian Sobral

Fonte: Exame

 

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